Como tratar CPF em PDFs que precisam ser compartilhados
Um CPF no anexo pode passar despercebido depois de o documento principal já ter sido revisado. O controle precisa alcançar a entrega inteira.
01
Decida se o número é necessário
Identifique quem recebe e o que precisa fazer. Em uma consulta externa sobre obrigações contratuais, o CPF pode ser desnecessário; em outra finalidade, pode ser exigido. A decisão pertence à organização. Não trate o número sem considerar como o destinatário vai usar o documento.
02
Considere os anexos e os outros identificadores
O mesmo CPF pode aparecer no cadastro, no contrato e no resumo. RG, e-mail e endereço exigem atenção própria. Conferir somente a primeira ocorrência ou apenas um tipo deixa os demais documentos fora do controle definido.
03
Aplique uma regra ao conjunto
No REDDACTOR, CPF é um dos tipos suportados para identificação e tarja. Regras reutilizáveis e processamento em lote ajudam a tratar a repetição entre arquivos. Inclua no teste PDFs com texto e escaneados quando ambos fizerem parte da rotina; a identificação dos escaneados usa OCR.
04
Confira o resultado que será enviado
Compare original e versão processada, verifique as ocorrências esperadas e confira se cláusulas e referências continuam úteis. Consulte o relatório XLSX do lote. A ilustração do site mostra a lógica do tratamento; a avaliação de até três PDFs é onde você observa o comportamento do produto nos seus arquivos.
Experimente no seu documento
Seu PDF tarjado. Um resultado para conferir.
Solicite o teste de um documento da sua rotina. Receba a versão com tarjas e o relatório dos dados identificados para avaliar o REDDACTOR no seu contexto.